segunda-feira, 28 de julho de 2014


Pensamentos da Flecha


      Esse tal de Red, quem ele pensa que é? ¬¬' Entrou ontem nos Renegados e já quer comandar. Ainda por cima, vem dar em cima de mim. Affs...
     
 Gostei de conhecer pessoalmente a Zatana, é uma grande mulher, muito bonita e educada. =)
Nos ajudou bastante, com suas informações, mas confesso que estou confusa com essa história dos CINCO. Quem são eles afinal? O que querem? Isso é um assunto para os Renegados?
      Acabamos viajando para a cidade do Cairo, para procurar o QUINTO, mas na verdade eu gostaria de ter ido para a Austrália, descobrir qual é a daquele Guardião, e saber o que ele guarda, com tanta força...enfim, depois descubro isso.


     Chegando lá, conheci todos os pontos turísticos e procurei qualquer movimento estranho ou diferente. Enquanto o X, foi para o Mercado público, onde brigou com algumas crianças trombadinhas, e acabou descobrindo um novo meio de comunicação, que na verdade não é tão novo assim, porque não utiliza nem um tipo de tecnologia. E o enjoado do Red, pegou um táxi (no qual não me deixou entrar), fingindo-se de bêbado e foi para o Cassino Mohammed Ali. Lá o filhote de morcego ficou apostando (O DINHEIRO DOS RENEGADOS) e causando balbúrdia, para que os seguranças o levassem para um lugar privado, para "tomar chá."      Assim ele descobriu, que estava tendo uma reunião muito importante no local e me avisou pelo comunicador. Fui até o Cassino, furtivamente invadi a sala do Sultão Ibiri (Gerência) e roubei o Dossiê Xangai, pois foi algo citado na reunião (uma das poucas coisas faladas em inglês) e parecia importante. X estava a caminho do Cassino também.

     Segui um dos integrantes da reunião, para nós o interrogarmos, em sua residência. Enquanto esperava o restante dos Renegados, do lado de fora do prédio, resolvi ir até a biblioteca central, pegar um dicionário árabe-inglês e traduzir o tal dossiê. O projeto que parecia ser de piscinas térmicas (SABE DE NADA INOCENTE), na verdade era um projeto de reatores nucleares. O_O
     
     Entramos facilmente na residência (exceto por aquela porta de vidro ¬¬') e aquela de madeira (né, Red? rsrs), derrubamos todos, inconscientes no chão, exceto o tal que queríamos interrogar...não, mentira, derrubamos todos mesmo. Esperamos o tal ganhar consciência e o Red começou a interrogá-lo de forma agressiva, com a ajuda do X. "QUEM É O QUINTO?ONDE ELE ESTÁ?" Aparentemente, ele estava tão acostumado com torturas, ou o chefe dele era capaz de algo MUITO PIOR, que ele não respondia. Tentei quebrar um dedo dele, mas isso não fez nem cócegas. Fiquei surpresa, quando Red colocou gel explosivo no peito do pobre, e gel explosivo na parede, dizendo "Só estou me divertindo", sádico...

       X cortou sua mão direita, foi então que o homem começou a falar "É O IBIRI, É O SULTÃO IBIRI!" "POR FAVOR, NÃO ME MACHUQUEM MAIS". Nós já desconfiávamos que fosse o sultão, apenas queríamos ter certeza- falou o X.

     Tenho medo do rumo que os RENEGADOS estão tomando, não confio nos meus parceiros, eles são imprevísiveis e inconsequentes. Saudades da Engrenagem e do 137, ou seja lá quem está no comando agora.

sábado, 3 de maio de 2014

Diario do D.A 1 T


Depois de nos reagruparmos traçamos uma nova estratégia, mas dessa vez uma estratégia de retirada.
Em meio ao caos nosso grupo estava totalmente encurrala, foi quando uma “luz” acendeu e rapidamente o grupo começou a reagir, uma saída já não era mais utópica, pelo menos foi o q “Nós” pensávamos, mais uma vez o inimigo se interpôs em nosso caminho, nosso tempo estava se esgotando em quanto a parede ruía todos se preparavam para a batalha que estava por vir.
No momento em que a Parede que nos separa da saída cai uma nova batalha com velhos oponentes se início. Mais uma vez o inimigo se mostrou mais preparado e capaz de trabalhar em equipe, em meio ao caos a cada instante que se passava, a certeza de que um fim trágico não seria impossível era cada vez mais nítido pelo menos para “Nós”. Foi quando em um movimento súbito e sem maiores avisos, um desespero se instalou nos olhos do nosso inimigo, ele havia sido pego de surpresa e através das suas próprias armas fora derrotado.
Com mas essa vitória surgiu uma nova esperança, a chance de retornar a missão original.
Após concluirmos a missão original o grupo estava prestes a se retirar para reencontrarmos “aquele que não tem sentimentos”, mas uma triste descoberta revelou-se ao grupo, um "Nativo Meta-humano" estava sendo usado de experimento para fins devassos. Nos rapidamente partimos para o resgate de tal pobre criatura Nativa.

Finalmente estávamos reunidos com “aquele que não tem sentimentos”, que também havia concluído sua parte da missão. 
Quando achávamos que nada poderia dar errado novamente estávamos sendo atacados, e mais uma vez nossas opções estavam escassas, e para piorar o "Nativo Meta-humano", que se revelara uma criatura de grande força e fúria, se descontrola e com sua força única as misseis inimigos começa a destruir a nossa nave. 


 Ass:

sexta-feira, 4 de abril de 2014

3NGR3N4G3M


R-1
    Faz 7 anos que trabalho na divisão 4 da Wayne Biotech e ainda não entendo suas motivações, trabalho muitas horas por dia desenvolvendo equipamentos que fariam muito bem para o mundo, mas que poderiam ser usados como uma arma a qualquer momento. Cada dia que volto para casa, sinto que sou filha de um novo Robert Oppenheimer e que um dia vou me arrepender dos frutos do meu trabalho. Desde pequena sou ensinada por meu pai e não o entendo, ele trabalha todos os dias em uma corporação chefiada por um bando de branquelos endinheirados e poe toda sua genialidade administrativa a serviço de uma corja, que tem tudo a ver com os problemas de minha cidade. Meu pai poderia ser presidente e tenho certeza que este pais seria um sucesso, em lugar disso, trabalha para um playboy cuja única virtude é ser fotogênico.

R-2
    Hoje terminei de desenvolver o conceito do exoesqueleto classe D e pela primeira vez meu pai me perguntou algo a respeito de mecânica, estou começando a gostar disso. Tenho muitas duvidas a respeito da aplicação de meu trabalho, mas as duvidas só surgem quando não estou trabalhando. Quando estou no laboratório sinto que sou útil, sinto que existo, e pela primeira vez vejo que sou realmente boa no que faço, vou fazer aquele velhote ficar tão confuso com o próximo conceito que ele vai ter que me perguntar pra que servem os parafusos.

R-3
    Meu irmão não para de treinar, passa os dias na academia e quase não o vejo em casa. Como é possível se esforçar tanto e dormir tão pouco? As vezes some por dias e o coroa não fala nada, ele vive me perguntando sobre o que eu acho de Gotham, sobre as pessoas que eu ando, sobre politica. Seus interesses mudaram muito nos últimos anos. Penso que ele quer entender a cidade, mas Gotham é um lugar complicado de entender.

R-4
    Terminei os modelos E e F, nunca vi um sorriso tão grande na cara daquele velhote. Sigo não entendendo o motivo de tudo isso mas pelo menos agora sei o suficiente para deixa-lo rindo sozinho em seu escritório.

R-5
    Hoje foi o dia mais estressante de minha vida, um babaca sequestrou meu pai e a culpa é minha. Se não tivesse dirigido tão mal, se eu tivesse usado o que sei para melhorar aquele carro. Meu pai tem muito dinheiro eu deveria ter previsto isso.
    Por algum motivo, no momento que eu mais precisava muitas coisas aconteceram e até mesmo o Batman esta me ajudando a resgata-lo, aparentemente ele gosta muito do velho, ele me deixou cercado de gente que não conheço e por algum motivo que não compreendo confio neles, quando nos encontramos no terraço fomos forçados a trabalhar juntos, ganhamos um objetivo e um nome.

    Me sinto abraçada pelas pessoas que me cercam, não entendo nada do que esta acontecendo a minha volta, mas tenho no que me agarrar, sei o que tenho que fazer. Começo a entender algumas coisas, não vejo mais em Gotham uma instituição acima de tudo, só vejo as pessoas, nada mais. Minha mente esta clara, sei para que sirvo, eu sirvo as pessoas de Gotham, abdiquei tudo que a sociedade impõe, eu estou acima disso, eu posso mais. Sei o que sou, no sentido mais profundo da palavra, eu sou uma Renegada.

sábado, 29 de março de 2014

Diario do D.A 1 Trilão

 Em busca da cura

Devido a falha em nossa programação nos estamos sentindo uma grande necessidade de escrever o que esta acontecendo em nossas existência, mesmo sem saber se esse diário será lido por alguém....
Começaremos Assim ....

“Nós” saímos do nosso planeta para em busca da “cura”, mesmo sem saber se ela ( à cura) pode ser alcançada. “Nós” pegamos carona em uma nave que também se dirigia ao planeta Terra, nave essa que era dirigida por um ser Alienígena de hábitos estranhos e capacidade duvidosa, nós nos perdemos em diversas galáxias, e quando nada mais poderia dar errado a nave perdeu o seu combustível, “Nós” tentamos avisar mas "Nós" fomos ignorados.  AlienígenaPerdidos e sem saber o que fazer “Nós” nos contentávamos em ver o “piloto”Alienígena, sentado escrevendo e injetando algo em suas veias, e pensando quanto tempo poderia ele aguentar a situação que ele nos colocou.
Quando a comida estava prestes a acabar, junto com o ar da nave, eis que em nossa frente surge um ser de forma humanóide e de aparência Bizarra, ele usava uma roupa de cor escura com detalhes verdes e estava “tomado” por uma “luz verde”. Este ser humanóide sem qualquer apresentação ou formalidade nos informa sobre os regulamentos da Terra e usando de um dispositivo estranho guia a nave para dentro do seu quartel general.
Dentro do quartel general da Terra localizado em um tipo de “satélite” na orbe Terrestre “Nós” encontramos outros Terráqueos e um Marciano, sim um MARCIANO aparentemente um conseguiu sobreviver, mas o mais surpreendente foi descobrir a forma que os Terráqueos demonstram a sua hierarquia, eles utilizam um pedaço de tecido que normalmente e usado por baixo da calças, por cima das calças, esse tecido e chamado de Cueca.
Depois de sermos sondados “Nós” tivemos permissão para permanecer na Terra por tempo limitado. Antes de sermos escoltados para Terra através do dispositivo Alienígena que emite uma “luz verde”, “Nós” recebemos a informação que na terra existe um tipo de Medico que pode nos curar.
Quando chegamos na terra “Nós” fomos deixados em “beco” onde iriamos encontra o “medico sem sentimentos”, em quanto esperávamos “Nós” fizemos o primeiro contato com os Alienígenas locais, acreditamos que o primeiro contato foi sem sentido mas, “Nós” seguimos à risca as regras locais.
Encontramos o “medico sem sentimentos”, para começar o nossa tratamento recebemos uma tarefa de resgatar um outro doutor.
Parece que os sequestradores eram Alienígenas poderosos por isso “Nós” nos juntamos a um grupo, nesse grupo era formado por: três Alienígenas terráqueos, um deles era azul e tinha uma calda, “Nós” não sabíamos que terráqueos poderiam ser assim, outro tinha uma perna “mecânica” e o ultimo aparentemente era um Terráqueo normal, e o “piloto”.
Quando chegamos no local nossa tarefa foi alterada, ao invés de uma Missão de resgate nós iríamos invadir e destruir uma “fabrica”. Nós orquestramos um rápido plano e o colocamos em execução imediatamente.
Para concluir o plano de forma efetiva nos dividimos o grupo em dois times, Nosso time estavam as Alienígenas humana normal e a humana meio máquina.
Nossa parte da Missão estava indo bem até que um Alienígena de máscara e cheio de armas apareceu e por algum motivo a humana Meio maquina ficou agitada e começou a gritar nesse momento tudo ficou uma grande confusão, “Nós” sentindo que um combate estava prestes a começar,  nos posicionamos mas fomos atingidos e iniciamos o “Modulo de reconstrução”, quando retornamos ao modulo operante normal o Alienígena de máscara e cheio de armas estava se movendo em direção a Alienígena Humana meio maquina, nesse momento iniciamos o Modulo combate e com muita dificuldade colocamos o Alienígena de máscara e cheio de armas em modulo de espera, como dizem os Terráqueos, colocamos ele pra dormir.
Mesmo sem termos terminado plenamente a nossa parte da missão “Nós” colocamos as bombas e retiramos todos os humanos Alienígenas.

Ass: D.A DCC

quinta-feira, 6 de março de 2014

Anteriormente na aventura...

O grupo agora possui o patrocínio da Liga da Justiça e Gothan City é tomada pelo caos com o desaparecimento do Batman.

No QG...

Os Renegados pensam em como invadir Arkham, a fim de interrogar o Coringa. Engrenagem equipa-se com seus óculos de nano-robôs (retirados do Amazo O_O Are you fucking crazy?), para tentar enxergar um caminho que leve até a cela do palhaço, mas falha. "Parece que as celas são blindadas de acordo com o nível de insanidade dos presos...bom, não conseguiríamos muitas informações com aquele infeliz."

Os três decidem então, jantar no Restaurante Iceberg, não preciso nem dizer quem é o dono, né?
Devidamente colocados em sua mesa, percebem que o local está repleto de mafiosos, incluindo ele: o safado do Léo Maroni!
Engrenagem, ou melhor, Cléo dirige-se ao banheiro e Maroni a segue com o olhar. Assim que ela entra, um segurança para em frente a porta do banheiro feminino. "Talvez eles saibam qual a nossa intenção aqui."- pensa Cléo, um pouco assustada, enquanto rastreia o local e decide ficar invisível.
Numa tentativa de ajudá-la, Wanda caminha até o segurança e diz: "-Senhor, o banheiro masculino é por ali."- ele a ignora.
Ela entra no banheiro, aguarda um pouco átras da porta (em posição de combate) e...nada acontece. Estranha a situação e decide voltar para a mesa, onde Corvo está observando a movimentação do lugar. Não demora muito para que o dono do local apareça. Entre apertos de mão e sorrisos, o Pinguim distribui um pequeno papel a seus convidados e some.
Logo após, alguns mafiosos que receberam o misterioso papel entram em uma porta que dá para um corredor que, por sua vez, leva ao subsolo. Ao fim do corredor há uma porta, onde dois grandes capangas recolhem o tal papel. Engrenagem consegue ficar invisível e acompanhar o grupo, já Wanda tenta a sorte: alega ter perdido seu bilhete e ser uma velha amiga do Sr. Cobblepot.. Intimidados, os capangas permitem sua entrada.

No restaurante...

Corvo cria um tentáculo rasteiro, que vira a cadeira onde está Léo Maroni, causando grande alvoroço. Assim ele consegue pegar o bilhete que estava com o mafioso e seguir até o fim do corredor.


Porta do corredor...

Eles descem um lance de escadas e lá embaixo, se deparam com nada mais, nada menos do que um Cassino! Os convidados se divertem, bebem e jogam, enquanto o Pinguim anuncia "grandes lutas". Curioso, Corvo aproxima-se e lhe indaga sobre quem irá lutar essa noite. O Pinguim, desconfiado, pergunta o que ele faz ali, sendo que não lhe entregara convite. Uma vez que, ele mesmo, pessoalmente, entregara seus convites um a um. Nosso amigo extraterreno mente, alegando ter comprado do Maroni por 40.000 blá.

 

Enquanto isso em outro canto do Cassino... 

Engrenagem toma a forma de uma "Beyoncé" e tenta seduzir um capanga, para que ele abra o escritório do Pinguim. De nada adiantou, pois só o próprio Cobblepot sabe a senha da sala! ¬¬' Ela decide deixar o local e voltar para o restaurante. Nesse meio tempo, o Pinguim movimenta-se em direção a seu escritório e Flecha o segue com certa cautela.
Ele entra em seu escritório sozinho e ela percebe que a senha tem 6 dígitos. Flecha quebra a criptografia e abre a porta "Gente abri a porta"- fala no comunicador.

Corvo percebe que é questão de tempo para que ele seja pego, devido a confusão causada com Maroni e, sai do estabelecimento.

"Flecha, enrole o quanto puder, estou indo praí. Assim que eu chegar, você sai." - Cléo pelo comunicador
Ao entrar na sala, Flecha vê aquela figura horrenda, sentada em sua poltrona, com a mão sobre seu inseparável guarda-chuvas. "- O que você quer aqui?Quem é você?Quac!"
"Meun nome é Wanda West (sim, ótima ideia ¬¬' ) e eu sou da polícia. Caso não tenha percebido o Batman sumiu. Creio que você saiba algo quanto à isso."
"-HAHAHAHAHAHA!" Quac!
Dezenas de capangas estão na porta, do lado de fora e um gás verde, que  sai do guarda-chuvas do Pinguim, infesta o ar. Wanda West vê a sala girando, o Pinguim, um lustre...e desmaia.


Lá fora, Corvo faz um rombo na parede para chamar a atenção e Engrenagem corta a energia elétrica. Estão agora na penumbra, Flecha acorda sendo carregada por dois brutamontes, chuta e se solta. Corre em volta do Pinguim e estoura uma bofetada em seu rosto "PAF!"

Engrenagem pega o máximo de dados possíveis do notebook do vilão. Todos correm para o carro.

"MALDITA WANDA WEST, PEGUEM AQUELA VADIA! EU MATAREI ELA, A FAMÍLIA DELA, OS AMIGOS DA FAMÍLIA DELA E OS AMIGOS DOS AMIGOS DA FAMÍLIA DELA! AHHHH!
QUAC!!!"




Joalheria Ajax

Os Renegados estavam em seu furgão, à caminho do QG, quando avistaram um tumulto na joalheria. Pessoas gritando, carros de polícia com a sirene ligada parados em frente do local e estrondo de vidro quebrando. "SPLAAAC!"
Lá dentro estava Mr. Freeze enfurecido, quebrando toda a loja. A polícia tentou barrar nossos três herois... NOT TODAY, BITCHES.


Flecha corre até o grandão gelado e tenta arrebentar seu cabo de creogenia, mas não consegue. É aremessada a alguns metros. Freeze a ataca com sua armadura congelante e Engrenagem a protege com o seu corpo.
Em seguida, Corvo cria um tentáculo e tenta paralisar Mr. Freeze, não consegue. Então começa a espancá-lo. Cria um segundo tentáculo para ajudar na pancadaria.
Flecha bate no vilão e se afasta, Engrenagem bate mais forte ainda. Freeze, revoltado com a situação, congela toda a sala. Eles continuam a socá-lo como um saco de batatas. Ele então ataca o mais fraco: Flecha. Ela cai imóvel no chão. Engrenagem a protege, enquanto Corvo continua a batalha. 
Errando algumas vezes, mas incansável, Corvo continua, continua até que...fica pronto o sorvete*!

*Direitos autorais do Maionese.


Nota da Flecha:" Desde que nos conhecemos venho observando, nosso amigo, o Corvo. É um serzinho bem interessante (sabemos que ele não é terrestre), de alguma forma, parece estar sempre em busca de conhecimento. É quase uma necessidade...não saquei qual é a dele aqui na Terra ainda. "