sábado, 3 de maio de 2014

Diario do D.A 1 T


Depois de nos reagruparmos traçamos uma nova estratégia, mas dessa vez uma estratégia de retirada.
Em meio ao caos nosso grupo estava totalmente encurrala, foi quando uma “luz” acendeu e rapidamente o grupo começou a reagir, uma saída já não era mais utópica, pelo menos foi o q “Nós” pensávamos, mais uma vez o inimigo se interpôs em nosso caminho, nosso tempo estava se esgotando em quanto a parede ruía todos se preparavam para a batalha que estava por vir.
No momento em que a Parede que nos separa da saída cai uma nova batalha com velhos oponentes se início. Mais uma vez o inimigo se mostrou mais preparado e capaz de trabalhar em equipe, em meio ao caos a cada instante que se passava, a certeza de que um fim trágico não seria impossível era cada vez mais nítido pelo menos para “Nós”. Foi quando em um movimento súbito e sem maiores avisos, um desespero se instalou nos olhos do nosso inimigo, ele havia sido pego de surpresa e através das suas próprias armas fora derrotado.
Com mas essa vitória surgiu uma nova esperança, a chance de retornar a missão original.
Após concluirmos a missão original o grupo estava prestes a se retirar para reencontrarmos “aquele que não tem sentimentos”, mas uma triste descoberta revelou-se ao grupo, um "Nativo Meta-humano" estava sendo usado de experimento para fins devassos. Nos rapidamente partimos para o resgate de tal pobre criatura Nativa.

Finalmente estávamos reunidos com “aquele que não tem sentimentos”, que também havia concluído sua parte da missão. 
Quando achávamos que nada poderia dar errado novamente estávamos sendo atacados, e mais uma vez nossas opções estavam escassas, e para piorar o "Nativo Meta-humano", que se revelara uma criatura de grande força e fúria, se descontrola e com sua força única as misseis inimigos começa a destruir a nossa nave. 


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